quarta-feira, 29 de julho de 2015

Greta Garbo, mistério em forma de diva

"O romance entre o extraordinário rosto de Greta Garbo (1905-1990) e a câmara nunca foi ultrapassado, tornando-a talvez a melhor de todas as lendas femininas do grande ecrã. A sua vida privada e pública tornaram-se inseparáveis; ela era a deusa enigmática que supostamente disse "Quero estar sozinha". Garbo ficou famosa com os seus clássicos papéis trágicos em Rainha Cristina (1933), Anna Karenina (1935) e Margarida Gautier (1937), por isso quando fez Ninotchka (1939) a MGM clamou, "Garbo ri-se!". " (Bergan 2008, 326)



Uma loira de Hitchcock que não é de Hitchcock. Esta é Garbo, considerada por muitos a mais  bela mulher do cinema e, provavelmente, por todos, a mais enigmática. Não me fascina particularmente, mas a sua relação amorosa com a câmara é poderosa.



A altivez e glamour distante são as marcas de Garbo. Eu não a considero a mais bela mas é uma das mais, isso é. E a mais misteriosa.
















Citação retirada do livro "Cinema" de Ronald Bergn, de 2008 (o original é de 2006) e editado em Portugal pela Civilização

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